Existem empresas que deram certo. Existem empresas que estão tentando dar certo. E existem também as que já desistiram. Todas elas fizeram escolhas, todas elas tiveram que em algum momento decidir se a verba “x” iria para pesquisa, inovação, estrutura, comunicação. Nenhuma tem maquina de dinheiro, nenhuma consegue fazer tudo que deseja.
Afinal, se não fosse assim, tudo seria muito fácil né? Onde entraria a competência dos diretores e suas sábias decisões? São elas que garantem bons salários a uns e o fim da carreira de outros. Não adianta, empresas precisam de foco, administradores têm que fazer escolhas. Cada uma num contexto, cada qual com seus objetivos. Todas visando o lucro.
E é triste admitir, mas muitas vezes essas escolhas não envolvem propaganda. E o pior ainda (para nós), muitas vezes elas estão certíssimas.
Ou por acaso alguém já viu um comercial da Biogen Idec? (empresa farmacêutica com 27 escritórios pelo mundo que fatura meros 2,7 bilhões/ano). E da Odebrecht?
“Ah, mas a propaganda de remédio é complicada, né? E a construção civil envolve licitação governamental! Não podemos ficar comparando assim.”
Ok!
Mas e a Acer que sustenta o segundo lugar de vendas de notebooks com quase 16% do mercado sem um único print institucional? E a Braskem que lota o mundo plástico? E, e… e o hambúrguer Grâ Filé que fez sua primeira propaganda depois de 40 anos?
Thot .






