
[Parte 1: Introdução | Parte 2: Mitsubishi | Parte 3: Banco Real | Parte 4: Dove | Parte 5: Omo | Parte 6: Google]
As reflexões de territórios no “Marcas além de marcas” tentou trazer exemplos um pouco mais condizentes com nossa realidade tupiniquim (apesar das marcas gringas), fugindo um pouco dos clássicos exemplos Harley-Davidson, Apple e tantos outros que todo publicitário já decorou.
Indo direto ao ponto, além de trazer afinidade com o target e dar uma personalidade (o que já foi dito e repetido por aqui), a construção de territórios levam as marcas para além da comunicação (apesar de depender também dela).
Mas além disso, o território de uma marca permite uma blindagem, por exemplo, contra a ação da concorrência dentro da mesma temática (eles precisarão explorar outro campo para não serem taxados de cópias), também funciona como diferenciador, na forma de se manter consistente na sua comunicação, ou como ser relevante dizendo a mensagem certa à ouvidos selecionados.
Por fim, a construção de territórios (e principalmente a comunicação de forma geral) não é uma discussão exata e, por isso, não finda aqui. Aliás, os três pilares de um território (personalidade da marca, afinidade com o target e pontos de contato) não são uma regra, longe disso, é apenas um dos caminhos (e nomenclaturas) para se atingir valor e relevância de marca. Mas isso é papo pra depois.
Prieto .
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