“Superioridade”, uma palavra que pode até parecer um pouco arrogante. Mas uma palavra necessária no mundo da propaganda.
Há diversas formas de comunicar sobre superioridade de produto, na verdade, a imensa maioria das marcas busca mostrar-se superior de alguma forma, portanto O QUE AS DIFERENCIA NÃO É O DISCURSO EM SI MAS COMO CADA UMA O CONSTRÓI. No entanto, há algumas marcas que tem motivos tangíveis (e argumentos reais) de diferenciação de produto enquanto que outras não possuem nenhum diferencial claro.
O trabalho das marcas que possuem um diferencial tangível pode até parecer mais fácil, mas não é exatamente assim. Ter um simples diferencial não significa necessariamente ter relevância para o consumidor, é preciso extrapolar um simples dado de desempenho (as vezes até exagerá-lo) e mostrar como aquilo muda realmente muda a vida das pessoas comuns.
Por outro lado, as marcas que não possuem um diferencial claro e tangível precisam recorrer a outros recursos para afirmarem seu discurso de superioridade com convicção e relevância ao consumidor. Essas marcas são caracterizadas pelo envolvimento que criam com o consumidor através da criação de fatos ou narrativas sobre a história ou desempenho de seu produto.
Partindo dessas premissas podemos, talvez, parar de pensar em O QUE dizer e sim COMO dizer. Superioridade virou commodity. Quais os recursos argumentativos então? Que histórias contar? Como não ser pedante e não chamar nosso consumidor de idiota?
(Continua)
Prieto .
